28 de ago. de 2014

Como recuperar arquivos que não aparecem no pendrive

O post de hoje não tem muito a ver com RH e, sim, com um problema corriqueiro desses tempos modernos: você tem um pendrive cheio de arquivos que valem ouro e, de uma hora para outra, eles "somem". Você sabe que eles continuam ali no pendrive, porque o espaço de ocupação dele continua cheio, porém, os arquivos não aparecem no computador. 

Ainda hoje me vi numa situação dessas e, pesquisando na Internet, encontrei um comando que resolve tal problema. Segui os passos corretamente e, como num passe de mágica, os arquivos apareceram de novo. Ufa! 

Então, segue o passo a passo "milagroso": 
  1. Abra o Prompt de Comando (basta digitar esse nome em "pesquisar" no seu computador - XP, Windows7, Windows 8 etc.). Ao fazer isso vai abrir uma "janelinha preta".
  2. Verifique qual a unidade do seu pendrive. Para isso, vá em Meu computador e no disco local tem os símbolos C: e D: geralmente. No seu pendrive deve ter uma letra, que é que você vai digitar na "janelinha preta" que se abriu no passo 1. Por exemplo: E: (precisa colocar os dois pontos). Após digitar, clique na tecla Enter. 
  3. Agora, digite os comandos que são: attrib -r -a -s -h /s /d
  4. Clique na tecla Enter. 

Pronto, agora é só conferir os arquivos "ressuscitados" no seu pendrive.



27 de ago. de 2014

10 aplicativos para melhorar o aprendizado em sua empresa



iCases Ivey School: A prestigiosa escola canadense de administração e negócios está oferecendo, na App Store, 500 estudos de casos em áreas como marketing, planejamento estratégico, finanças e inovação digital. No app, o usuário pode fazer download de um estudo de caso e descobrir, por exemplo, como o Facebook superou todas as fases de desenvolvimento até seu IPO ou, ainda, como uma petroleira como a British Petroleum lidou com a crise de vazamento de óleo no golfo do México, em 2012. Cada estudo custa 3,99 dólares e pode ser objeto de discussão e análise em workshops de treinamento executivo. A principal vantagem do app é poder escolher, entre centenas de estudos da escola canadense, análises que tenham a ver com as necessidades de treinamento e desafios da empresa onde você trabalha. iOS. US$ 3.99.

Edmodo: Aplicativo desenhado para conectar pesquisadores em todo o mundo, permite a um time que está estudando, por exemplo, “tendências em segurança digital”, ou outro time focado em “melhores práticas de vigilância sanitária” se comunicarem, por meio de fóruns e chats, com outros estudantes que tenham interesse no mesmo assunto, em qualquer parte do mundo. A principal vantagem do app é permitir que grupos de treinamento em sua empresa tenham acesso, em tempo real, às discussões e pesquisas que profissionais nos EUA, Japão ou Noruega estejam executando. De acordo com os desenvolvedores do app, Edmodo é uma forma de “construção coletiva do conhecimento” e pode ser usado tanto por universidades como empresas e estudantes do ensino médio. iOS e Android. Gratuito.

Kindle: Você não tem o e-reader produzido pela Amazon, mas gostaria de consultar o acervo com oito milhões de obras disponíveis em suas dezenas de línguas? Dispositivos com Android ou iOS podem executar um app do Kindle para liberar o download daquele livro que ainda não chegou ao Brasil em papel ou sequer foi traduzido para o português. Na prática, o app é um atalho para a maior biblioteca de obras científicas, de entretenimento e ficção disponível no mundo ao alcance de um download. iOS e Android. Gratuito.

Ler mais rápido: Ler é um prazer, mas também pode ser uma obrigação. Para o segundo caso, em que colaboradores precisam desenvolver a habilidade de analisar grandes volumes de relatórios e extrair dados em meio a textos longos, este app promete acelerar a forma como lemos e captamos as informações relevantes. Disponível em nove idiomas, incluindo o português para brasileiros, a aplicação reúne 22 exercícios que auxiliam os usuários a melhorar a habilidade de compreender uma ideia a partir de fragmentos de textos e eliminar partes da leitura consideradas não essenciais para o objetivo de cada trabalho. De acordo com seus desenvolvedores, o app treina também a concentração dos leitores e sua memória, evitando a perda de tempo quando temos, por exemplo, de reler um trecho de relatório porque não recordamos ou não compreendemos sua mensagem com clareza. iOS e Android. Gratuito.

Learn Excel Offline ou Excel Tutorials: Precisa criar aquele gráfico para uma apresentação e não sabe como? Planilhar os custos de seu projeto não ficaria mais fácil com o uso do Excel? Para quem ainda não domina a planilha de cálculo da Microsoft, estes dois apps, o primeiro criado para Android e o segundo desenvolvido para iOS, reúnem as principais lições para organizar tabelas de cálculos, gerar gráficos a partir de relatórios numéricos ou, ainda, processar grandes volumes de informações que precisam ser somadas, fracionadas ou divididas. Gratuitos, os apps apresentam tutoriais simples para as principais funções do Excel desde a versão 2007 até a 360, disponível no pacote Office 360 que pode, inclusive, ser instalada em dispositivos móveis, como iPad ou tablets Android além, é claro, dos smartphones com Windows Phone e tablets com Windows 8. iOS e Android.

Horário Escolar: Quem precisa equilibrar as obrigações como estudante com as tarefas do trabalho, compromissos com a família e cuidados com a saúde vai se beneficiar do Horário Escolar, app desenvolvido para organizar a agenda de pessoas ocupadas que precisam separar um momento no dia para estudar. O app permite fazer anotações sobre datas em que você deve comparecer ao curso de idioma, à aula da pós ou, ainda, àquele treinamento corporativo. Integrado à agenda do usuário, o app emite alertas antes das aulas, lembra o estudante de fazer lições e gera estatísticas sobre o aproveitamento em cada aula, registrando os números de faltas, trabalhos entregues e tarefas por realizar. O app não estuda por você, mas te ajuda a organizar seu tempo para que os estudos não fiquem de lado em meio à correria do dia a dia. Gratuito. Android.

Project Planning Pro: Este aplicativo, disponível para iPad e iPhone, é um consagrado gestor de projetos com mais de 5 milhões de downloads pelo mundo. O software reúne as principais etapas de um projeto, como definir seu conceito, recursos necessários, custos, priorização de tarefas e distribuição de atividades entre vários colaboradores de um grupo. Simples e fácil de usar, o app pode ser utilizado para planejar e gerenciar praticamente qualquer tipo de projeto, desde a concepção e produção de um novo produto até um pequeno evento ou campanha de marketing. Em muitas empresas, o app é usado como forma virtual de treinar futuros gestores, fazendo-os cumprir etapas de planejamento no app sem, necessariamente, realizá-las na prática. As etapas planejadas no app podem, depois, ser compartilhadas com um especialista em gestão para sessões de coaching. iOS. US$ 19.90.

iStudiez Pro: Desenvolvido exclusivamente para os dispositivos da Apple, este app é particularmente útil para quem faz um curso regular, como uma pós-graduação, MBA ou treinamento corporativo de longa duração. Afinal, o software oferece uma solução completa para fazer anotações de aulas, registrar contatos de professores, notas, marcar nomes de livros a consultar e postar datas para a entrega de trabalhos ou apresentações. Uma das vantagens do app é enviar avisos, por meio do sistema “Push Notification”, das datas de provas, palestras e compromissos educacionais importantes. Como o aplicativo reúne todas suas informações de estudos em uma só plataforma, que pode ser sincronizada na nuvem, o estudante terá ganhos de produtividade para aprender mais em menos tempo, seja quando estiver com seu smartphone em mãos, tablet ou notebook. iOS. US$ 0.99.

Duolinguo: Este aplicativo se propõe a resolver um problema muito comum nas empresas: colaboradores que não dominam com fluência idiomas estrangeiros usados em seu dia a dia de trabalho, como inglês e espanhol. O app permite que o usuário utilize seu smartphone ou tablet para cumprir listas de exercícios e testes de conhecimento de idiomas estrangeiros, melhorando seu vocabulário, pronúncia e escrita em línguas estrangeiras. A aplicação tem ainda um mecanismo de tradução colaborativa, em que nativos de idiomas estrangeiros traduzem textos para terceiros, o que pode ajudar na elaboração de documentos em outras línguas. iOS e Android. Gratuito.

Yammer: Apelidado de “Twitter do mundo corporativo”, o Yammer é uma plataforma desenhada para melhorar a colaboração entre os funcionários de uma empresa e disseminar o conhecimento corporativo por toda organização. Como sugere seu apelido, a aplicação atua como uma espécie de “microblog”, em que cada usuário posta os projetos em que está trabalhando, as tarefas realizadas e os resultados obtidos. Como todos seguem seus pares e lideranças, a consulta diária à timeline do Yammer permite que todos os funcionários de uma empresa ou time fiquem inteirados sobre o que colegas de diferentes departamentos estão fazendo e, eventualmente, os ajudem com sugestões e informações de suas áreas de atuação. iOS, Android e Windows Phone - Gratuito.

Fonte: Revista Melhor, ano 22, nº 320, julho, 2014.

14 de ago. de 2014

Google Sala de Aula: testado e aprovado por mais de 100 mil educadores

Desde que foi apresentado, em maio deste ano, o Google Sala de Aula foi testado por mais de 100 mil educadores de mais de 45 países. Esta semana, a plataforma foi disponibilizada para qualquer pessoa que tenha uma conta do Google Apps for Education. Uma das primeiras escolas a utilizar o Google Sala de Aula foi a Fontbonne Hall Academy, localizada no Brooklyn, em Nova York. 

Na página do Google for Education encontra-se a seguinte descrição: 
O Google Sala de aula, desenvolvido para ajudar os professores a criar e receber tarefas sem usar papel, inclui recursos que poupam tempo, como a possibilidade de fazer uma cópia de um Documento Google automaticamente para cada aluno. Ele também cria pastas do Google Drive automaticamente para cada tarefa e cada aluno, ajudando na organização.
Os alunos podem ver as tarefas que precisam ser feitas na página "Tarefas" e começar a trabalhar com apenas um clique. Os professores veem rapidamente quem concluiu a tarefa e dão feedback direto e em tempo real a partir do Google Sala de aula.

Aí está mais uma ferramenta inovadora para o ensino no Brasil.

12 de ago. de 2014

Como desenvolver o relacionamento interpessoal na era da comunicação digital

O Brasil é o país que passa mais tempo online. Segundo uma pesquisa do grupo espanhol Telefónica, que entrevistou 12.171 jovens entre 18 e 30 anos de 27 países, o brasileiro fica ligado na rede aproximadamente 7 horas por dia, 1 hora a mais do que a média mundial.

Essa conexão toda significa muitas conversas por escrito — em e-mails, SMS e vários comunicadores instantâneos, como Hangouts, WhatsApp e Skype. Profissionais com menos de 30 anos, que cresceram habituados ao conforto de se comunicar por aparelhos, têm trazido um novo problema para o trabalho: a relutância em falar pessoalmente. “Eles não têm facilidade para resolver conflitos e definir pontos de vista”, diz Renata Magliocca, gerente de inovação da Cia de Talentos, empresa especializada em recrutamento e seleção de trainees, de São Paulo. “Em uma conversa cara a cara, não podem editar o que dizem.” 

Nos Estados Unidos, os profissionais mais novos receberam o apelido de geração texting, uma referência ao hábito de mandar mensagens de texto. A questão vem prejudicando a carreira de muita gente. “Nós sentimos um declínio no nível de português durante alguns processos de seleção, com abuso de abreviações e gírias de internet”, afirma Juliana Cerutti, responsável pela atração e recrutamento da Unimed, unidade Vale do Taquari e Rio Pardo, no Rio Grande do Sul.

A dificuldade em se desligar dos meios digitais vai além da linguagem. Vários jovens passam a restringir ao mundo virtual toda forma de comunicação com os colegas e superiores. De acordo com um levantamento da Lab42, empresa americana de pesquisas do mercado digital, 71% das pessoas entre 13 e 21 anos preferem enviar mensagens em vez de realizar ligações para se comunicar.

É o que acontece com a redatora Ludmila Maia, de 27 anos, que trabalha na agência de publicidade Remix, de São Paulo. “Eu tenho boas ideias quando estou escrevendo, pois consigo organizar melhor meu pensamento”, diz Ludmila, que admite ser introspectiva e ter uma aversão natural à comunicação oral. Atender o telefone é quase impensável para ela. “Parece que todo mundo está prestando atenção em mim. Fico nervosa, acabo me atrapalhando e prejudico o desenvolvimento de meu raciocínio”, afirma.

Para o psicólogo Cristiano Nabuco, coordenador do Grupo de Dependência de Internet do Hospital das Clínicas de São Paulo, esse comportamento é algo que ocorre com frequência e não afeta só os jovens. “Os mais tímidos usam a tecnologia para compensar essa limitação pessoal”, diz Cristiano. À medida que o comportamento se repete, o cérebro associa a situação a uma sensação de bem-estar. “Isso gera um vício comportamental”, diz o psicólogo.

A preferência por construir relações sem contato pessoal pode ser muito prejudicial ao longo da carreira. Mesmo que seja uma profissão mais técnica, desenvolver a habilidade de se relacionar é importante em várias atividades. O contato pessoal deixa reuniões, negociações e momentos de networking mais enriquecedores do que a comunicação por meios eletrônicos. Ao não praticar a conversa franca e cara a cara, o profissional não aperfeiçoa a capacidade de organizar frases longas, de abordar pessoas e de cultivar a empatia durante um contato. Com o tempo, a habilidade de liderança pode ser questionada.

“Um gestor tem de conseguir motivar, resolver conflitos e identificar talentos, e isso requer uma aptidão para se relacionar que vai além do mundo digital”, diz Eline Kullock, presidente do Grupo Foco, empresa de recrutamento e seleção de São Paulo.

Ser alguém que se relaciona bem é, também, uma qualidade estratégica nos dias de hoje. “O mercado está mudando cada vez mais rápido e, se você não está em contato com as pessoas, perde a visão estratégica, porque não consegue entender as necessidades e as vontades mutantes de seu público, que se alteram constantemente”, diz Eline.

A saída para superar um mau hábito é enfrentá-lo. Isso não significa abandonar completamente as mensagens escritas, apenas aprender a identificar que tipo de comunicação é mais indicado para cada situação. “Maturidade é decidir fazer coisas que não são confortáveis”, diz o coach Silvio Celestino, de São Paulo.“Os aplicativos devem ser aliados, e não muletas.” 

Viver em sociedade pressupõe se relacionar a todo momento com pessoas dos mais variados comportamentos. Embora seja algo difícil, que cobra de todos nós uma capacidade de dominar as próprias emoções, é necessário se forçar a sair dos limites seguros que a tecnologia nos propõe e “falar na cara” — no bom sentido.

8 de ago. de 2014

Dez sinais indicam que você ainda não tem preparo para ser chefe

1. Só está de olho nos benefícios
Além do salário maior, suas motivações na hora de batalhar por uma promoção são conseguir uma sala própria com banheiro privativo, ter um carro disponível para compromissos de trabalho e conquistar o direito de usufruir do estacionamento da empresa? Se a lista consistir apenas de itens do tipo, está na hora de repensar sua ambição. As recompensas materiais são importantes, é claro, mas não devem ser a única razão para alguém almejar um cargo melhor.

2. Não tem controle sobre as emoções quando algo não sai conforme o planejado
Segundo a coach especialista em ambiente organizacional Priscila Bellizzi, do Rio de Janeiro (RJ), o controle emocional é um dos fatores mais observados em um processo de promoção, já que um chefe precisa saber lidar com suas emoções e com as emoções dos outros. "Quem costuma gritar, impor ideias, corrigir colegas com o intuito de depreciá-los, criticar a experiência ou opiniões propostas certamente terá dificuldade em conquistar a confiança da equipe", diz Priscila. O mesmo vale para pessoas que se irritam ou se desesperam com facilidade diante de problemas. "Tais atitudes transmitem falta de credibilidade e desequilíbrio emocional. Se um chefe age assim numa situação crítica, os funcionários se sentem sem direção, pois não tem com quem contar", completa a coach.

3. Tem medo de falar em público
Seja ministrar uma palestra em um congresso internacional, apresentar um novo projeto para o presidente da empresa ou conduzir uma reunião para uma equipe recém-chegada, não importa. Se você sonha com novos horizontes profissionais, comece desde já a treinar a comunicação – nem que para isso tenha de fazer um curso específico.

4. Incomoda-se quando os colegas se destacam, pois tem medo de ser superado
"Isso sinaliza insegurança e falta de maturidade para entender, inclusive, que um bom trabalho em equipe faz com que todos tenham sucesso", declara Miriam Sion Adissi, sócia-fundadora da MSA Recursos Humanos, com unidades em São Paulo, Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Outra razão por trás desse desconforto, segundo a coordenadora do Ibmec Carreiras, Fernanda Schroder Gonçalves, é a negligência com a própria trajetória profissional. O medo de parecer incompetente diante de outros colegas pode ser uma insegurança do funcionário sobre suas qualificações.

5. Não equilibra os planos pessoal e profissional
Para Miriam, da MSA Recursos Humanos, a busca do equilíbrio entre a vida pessoal e profissional é um dos maiores desafios dos chefes. "Afinal, o exemplo a ser dado na relação interpessoal com todos é demonstrar o quanto preza pelo balanceamento de sua vida. Não basta ser apenas profissional para ser um bom chefe. O importante é sempre buscar o meio termo, demonstrando que tanto sua vida profissional como a pessoal são fundamentais para que desempenhe bem suas tarefas e responsabilidades", comenta.

6. Não sabe delegar
Um bom chefe mostra resultados através das pessoas, de acordo com a psicóloga Eline Rasera. "Dessa forma, ele ensina e desenvolve a equipe para poder se ocupar com atividades mais estratégicas", conta. O profissional que considera uma perda de tempo delegar tarefas e/ou acredita que consegue fazer tudo mais rápido e sozinho, provavelmente, não vai conseguir assumir uma posição de liderança. "Os chefes precisam confiar na sua equipe, pois o seu resultado será a soma do bom desempenho de todos os que ele lidera. Uma das desvantagens de ser um chefe centralizador é que a empresa deixa de inovar, pois ensinar a equipe a participar mais dos processos pode gerar novas soluções", fala Fernanda, do Ibmec Carreiras.

7. Não gosta de trabalhar em equipe
Nem sempre é fácil trabalhar em conjunto, mas isso é extremamente necessário para atingir bons resultados na maior parte das empresas. Se você tem dificuldade de dividir tarefas, deve rever com urgência o próprio comportamento. "Ter bom relacionamento com os colegas, saber ouvir, opinar e discutir ideias são importantes características de quem quer uma promoção. Ainda que surjam conflitos, várias cabeças pensam melhor do que uma", afirma Fernanda. "É impossível imaginar um chefe com dificuldades para dividir responsabilidades, lidar com diversidades e, principalmente, construir e realizar através de pessoas", fala Eline.

8. Quer a promoção para se vingar de alguém
Se você gasta tempo e energia cultivando essa ideia, mesmo que em segredo, está mais do que óbvio que não tem competência nem habilidades interpessoais para um cargo de maior calibre. "Numa situação assim, está em jogo o caráter. Com essa característica, além de perder credibilidade, o candidato a chefe perde, também, a visão sistêmica", diz Eline. Pensar em subir na carreira apenas para pisar em alguém com quem teve atritos na empresa pode lhe custar o respeito dos funcionários e até de outros chefes, que certamente não enxergarão com bons olhos suas tendências para confundir questões pessoais e profissionais.

9. Não tem maturidade
Para Eline Rasera, atitudes infantis como ficar sem conversar com algum colega por conta de divergências, tecer comentários desagradáveis ou indiscretos, querer chamar a atenção dos chefes em reuniões, fazer brincadeiras fora de hora, entre outras, demonstram falta de maturidade e de postura. "São ações que comprometem toda a imagem da equipe e podem gerar falta de confiança e segurança entre seus membros e até em quem enxerga a situação de fora", fala Eline.

10. Não presta atenção no que as pessoas falam
Saber ouvir – colegas, chefes, gente de outros departamentos, clientes – é uma das principais habilidades de um chefe, pois é através da escuta que se pode identificar necessidades e gerar empatia. "Assumir um novo estágio na carreira significa saber lidar com pessoas e com a subjetividade e complexidade humana. É preciso desenvolver e aplicar habilidades comportamentais que permitem negociar, mediar relações e saber tomar decisões", comenta Tali Alkalay Brenman, fundadora da Etz Coaching e Orientação de Carreira, de São Paulo (SP).

6 de ago. de 2014

O RH e seus pecados


A tirinha acima representa bem o processo de recrutamento e seleção em Vitória-ES. Cansei de receber a mensagem "você não se encaixa...", isso quando recebia retorno, porque na maioria das vezes sequer tinha retorno das empresas.

Outra situação lamentável foi quando contratei o serviço de headhunter e ele sempre me avisava quando enviava meu currículo para alguma empresa (o serviço dele se restringia apenas a isso...). Em quatro meses ele enviou apenas 3 currículos! E, para uma das empresas que ele enviou, eu também enviei. Minha surpresa foi, no momento da entrevista nesta tal empresa, saber que a pessoa não tinha recebido e-mail algum do headhunter, apenas o meu. E, quando fui contratada por essa empresa, o headhunter ainda quis cobrar pelo serviço que ele tinha feito (?). Ainda hoje me pergunto se as empresas para as quais o headhunter disse que enviou meu currículo o receberam, de fato. Nunca tive retorno dessas empresas e muito menos do headhunter. 

Esse é um pequeno cenário do mercado de RH em Vitória. Sem inovação, sem surpresas. Apenas encaixando pessoas nas formas que já existem. E não o contrário. 

Que mudem as pessoas, não as empresas. E assim vai...