Fonte: Revista Exame
20 de ago. de 2014
18 de ago. de 2014
14 de ago. de 2014
Google Sala de Aula: testado e aprovado por mais de 100 mil educadores
Desde que foi apresentado, em maio deste ano, o Google Sala de Aula foi testado por mais de 100 mil educadores de mais de 45 países. Esta semana, a plataforma foi disponibilizada para qualquer pessoa que tenha uma conta do Google Apps for Education. Uma das primeiras escolas a utilizar o Google Sala de Aula foi a Fontbonne Hall Academy, localizada no Brooklyn, em Nova York.
Na página do Google for Education encontra-se a seguinte descrição:
O Google Sala de aula, desenvolvido para ajudar os professores a criar e receber tarefas sem usar papel, inclui recursos que poupam tempo, como a possibilidade de fazer uma cópia de um Documento Google automaticamente para cada aluno. Ele também cria pastas do Google Drive automaticamente para cada tarefa e cada aluno, ajudando na organização.
Os alunos podem ver as tarefas que precisam ser feitas na página "Tarefas" e começar a trabalhar com apenas um clique. Os professores veem rapidamente quem concluiu a tarefa e dão feedback direto e em tempo real a partir do Google Sala de aula.
Aí está mais uma ferramenta inovadora para o ensino no Brasil.
Fonte: Blog do Google Brasil
12 de ago. de 2014
Como desenvolver o relacionamento interpessoal na era da comunicação digital
O Brasil é o país que passa mais tempo online. Segundo uma pesquisa do grupo espanhol Telefónica, que entrevistou 12.171 jovens entre 18 e 30 anos de 27 países, o brasileiro fica ligado na rede aproximadamente 7 horas por dia, 1 hora a mais do que a média mundial.
Essa conexão toda significa muitas conversas por escrito — em e-mails, SMS e vários comunicadores instantâneos, como Hangouts, WhatsApp e Skype. Profissionais com menos de 30 anos, que cresceram habituados ao conforto de se comunicar por aparelhos, têm trazido um novo problema para o trabalho: a relutância em falar pessoalmente. “Eles não têm facilidade para resolver conflitos e definir pontos de vista”, diz Renata Magliocca, gerente de inovação da Cia de Talentos, empresa especializada em recrutamento e seleção de trainees, de São Paulo. “Em uma conversa cara a cara, não podem editar o que dizem.”
Nos Estados Unidos, os profissionais mais novos receberam o apelido de geração texting, uma referência ao hábito de mandar mensagens de texto. A questão vem prejudicando a carreira de muita gente. “Nós sentimos um declínio no nível de português durante alguns processos de seleção, com abuso de abreviações e gírias de internet”, afirma Juliana Cerutti, responsável pela atração e recrutamento da Unimed, unidade Vale do Taquari e Rio Pardo, no Rio Grande do Sul.
A dificuldade em se desligar dos meios digitais vai além da linguagem. Vários jovens passam a restringir ao mundo virtual toda forma de comunicação com os colegas e superiores. De acordo com um levantamento da Lab42, empresa americana de pesquisas do mercado digital, 71% das pessoas entre 13 e 21 anos preferem enviar mensagens em vez de realizar ligações para se comunicar.
É o que acontece com a redatora Ludmila Maia, de 27 anos, que trabalha na agência de publicidade Remix, de São Paulo. “Eu tenho boas ideias quando estou escrevendo, pois consigo organizar melhor meu pensamento”, diz Ludmila, que admite ser introspectiva e ter uma aversão natural à comunicação oral. Atender o telefone é quase impensável para ela. “Parece que todo mundo está prestando atenção em mim. Fico nervosa, acabo me atrapalhando e prejudico o desenvolvimento de meu raciocínio”, afirma.
Para o psicólogo Cristiano Nabuco, coordenador do Grupo de Dependência de Internet do Hospital das Clínicas de São Paulo, esse comportamento é algo que ocorre com frequência e não afeta só os jovens. “Os mais tímidos usam a tecnologia para compensar essa limitação pessoal”, diz Cristiano. À medida que o comportamento se repete, o cérebro associa a situação a uma sensação de bem-estar. “Isso gera um vício comportamental”, diz o psicólogo.
A preferência por construir relações sem contato pessoal pode ser muito prejudicial ao longo da carreira. Mesmo que seja uma profissão mais técnica, desenvolver a habilidade de se relacionar é importante em várias atividades. O contato pessoal deixa reuniões, negociações e momentos de networking mais enriquecedores do que a comunicação por meios eletrônicos. Ao não praticar a conversa franca e cara a cara, o profissional não aperfeiçoa a capacidade de organizar frases longas, de abordar pessoas e de cultivar a empatia durante um contato. Com o tempo, a habilidade de liderança pode ser questionada.
“Um gestor tem de conseguir motivar, resolver conflitos e identificar talentos, e isso requer uma aptidão para se relacionar que vai além do mundo digital”, diz Eline Kullock, presidente do Grupo Foco, empresa de recrutamento e seleção de São Paulo.
Ser alguém que se relaciona bem é, também, uma qualidade estratégica nos dias de hoje. “O mercado está mudando cada vez mais rápido e, se você não está em contato com as pessoas, perde a visão estratégica, porque não consegue entender as necessidades e as vontades mutantes de seu público, que se alteram constantemente”, diz Eline.
A saída para superar um mau hábito é enfrentá-lo. Isso não significa abandonar completamente as mensagens escritas, apenas aprender a identificar que tipo de comunicação é mais indicado para cada situação. “Maturidade é decidir fazer coisas que não são confortáveis”, diz o coach Silvio Celestino, de São Paulo.“Os aplicativos devem ser aliados, e não muletas.”
Viver em sociedade pressupõe se relacionar a todo momento com pessoas dos mais variados comportamentos. Embora seja algo difícil, que cobra de todos nós uma capacidade de dominar as próprias emoções, é necessário se forçar a sair dos limites seguros que a tecnologia nos propõe e “falar na cara” — no bom sentido.
Fonte: Revista Você S/A
8 de ago. de 2014
Dez sinais indicam que você ainda não tem preparo para ser chefe
1. Só está de olho nos benefícios
2. Não tem controle sobre as emoções quando algo não sai conforme o planejado
3. Tem medo de falar em público
4. Incomoda-se quando os colegas se destacam, pois tem medo de ser superado
5. Não equilibra os planos pessoal e profissional
6. Não sabe delegar
7. Não gosta de trabalhar em equipe
8. Quer a promoção para se vingar de alguém
9. Não tem maturidade
10. Não presta atenção no que as pessoas falam
Além do salário maior, suas motivações na hora de batalhar por uma promoção são conseguir uma sala própria com banheiro privativo, ter um carro disponível para compromissos de trabalho e conquistar o direito de usufruir do estacionamento da empresa? Se a lista consistir apenas de itens do tipo, está na hora de repensar sua ambição. As recompensas materiais são importantes, é claro, mas não devem ser a única razão para alguém almejar um cargo melhor.
2. Não tem controle sobre as emoções quando algo não sai conforme o planejado
Segundo a coach especialista em ambiente organizacional Priscila Bellizzi, do Rio de Janeiro (RJ), o controle emocional é um dos fatores mais observados em um processo de promoção, já que um chefe precisa saber lidar com suas emoções e com as emoções dos outros. "Quem costuma gritar, impor ideias, corrigir colegas com o intuito de depreciá-los, criticar a experiência ou opiniões propostas certamente terá dificuldade em conquistar a confiança da equipe", diz Priscila. O mesmo vale para pessoas que se irritam ou se desesperam com facilidade diante de problemas. "Tais atitudes transmitem falta de credibilidade e desequilíbrio emocional. Se um chefe age assim numa situação crítica, os funcionários se sentem sem direção, pois não tem com quem contar", completa a coach.
3. Tem medo de falar em público
Seja ministrar uma palestra em um congresso internacional, apresentar um novo projeto para o presidente da empresa ou conduzir uma reunião para uma equipe recém-chegada, não importa. Se você sonha com novos horizontes profissionais, comece desde já a treinar a comunicação – nem que para isso tenha de fazer um curso específico.
4. Incomoda-se quando os colegas se destacam, pois tem medo de ser superado
"Isso sinaliza insegurança e falta de maturidade para entender, inclusive, que um bom trabalho em equipe faz com que todos tenham sucesso", declara Miriam Sion Adissi, sócia-fundadora da MSA Recursos Humanos, com unidades em São Paulo, Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Outra razão por trás desse desconforto, segundo a coordenadora do Ibmec Carreiras, Fernanda Schroder Gonçalves, é a negligência com a própria trajetória profissional. O medo de parecer incompetente diante de outros colegas pode ser uma insegurança do funcionário sobre suas qualificações.
5. Não equilibra os planos pessoal e profissional
Para Miriam, da MSA Recursos Humanos, a busca do equilíbrio entre a vida pessoal e profissional é um dos maiores desafios dos chefes. "Afinal, o exemplo a ser dado na relação interpessoal com todos é demonstrar o quanto preza pelo balanceamento de sua vida. Não basta ser apenas profissional para ser um bom chefe. O importante é sempre buscar o meio termo, demonstrando que tanto sua vida profissional como a pessoal são fundamentais para que desempenhe bem suas tarefas e responsabilidades", comenta.
6. Não sabe delegar
Um bom chefe mostra resultados através das pessoas, de acordo com a psicóloga Eline Rasera. "Dessa forma, ele ensina e desenvolve a equipe para poder se ocupar com atividades mais estratégicas", conta. O profissional que considera uma perda de tempo delegar tarefas e/ou acredita que consegue fazer tudo mais rápido e sozinho, provavelmente, não vai conseguir assumir uma posição de liderança. "Os chefes precisam confiar na sua equipe, pois o seu resultado será a soma do bom desempenho de todos os que ele lidera. Uma das desvantagens de ser um chefe centralizador é que a empresa deixa de inovar, pois ensinar a equipe a participar mais dos processos pode gerar novas soluções", fala Fernanda, do Ibmec Carreiras.
7. Não gosta de trabalhar em equipe
Nem sempre é fácil trabalhar em conjunto, mas isso é extremamente necessário para atingir bons resultados na maior parte das empresas. Se você tem dificuldade de dividir tarefas, deve rever com urgência o próprio comportamento. "Ter bom relacionamento com os colegas, saber ouvir, opinar e discutir ideias são importantes características de quem quer uma promoção. Ainda que surjam conflitos, várias cabeças pensam melhor do que uma", afirma Fernanda. "É impossível imaginar um chefe com dificuldades para dividir responsabilidades, lidar com diversidades e, principalmente, construir e realizar através de pessoas", fala Eline.
8. Quer a promoção para se vingar de alguém
Se você gasta tempo e energia cultivando essa ideia, mesmo que em segredo, está mais do que óbvio que não tem competência nem habilidades interpessoais para um cargo de maior calibre. "Numa situação assim, está em jogo o caráter. Com essa característica, além de perder credibilidade, o candidato a chefe perde, também, a visão sistêmica", diz Eline. Pensar em subir na carreira apenas para pisar em alguém com quem teve atritos na empresa pode lhe custar o respeito dos funcionários e até de outros chefes, que certamente não enxergarão com bons olhos suas tendências para confundir questões pessoais e profissionais.
9. Não tem maturidade
Para Eline Rasera, atitudes infantis como ficar sem conversar com algum colega por conta de divergências, tecer comentários desagradáveis ou indiscretos, querer chamar a atenção dos chefes em reuniões, fazer brincadeiras fora de hora, entre outras, demonstram falta de maturidade e de postura. "São ações que comprometem toda a imagem da equipe e podem gerar falta de confiança e segurança entre seus membros e até em quem enxerga a situação de fora", fala Eline.
10. Não presta atenção no que as pessoas falam
Saber ouvir – colegas, chefes, gente de outros departamentos, clientes – é uma das principais habilidades de um chefe, pois é através da escuta que se pode identificar necessidades e gerar empatia. "Assumir um novo estágio na carreira significa saber lidar com pessoas e com a subjetividade e complexidade humana. É preciso desenvolver e aplicar habilidades comportamentais que permitem negociar, mediar relações e saber tomar decisões", comenta Tali Alkalay Brenman, fundadora da Etz Coaching e Orientação de Carreira, de São Paulo (SP).
Fonte: Uol Mulher
6 de ago. de 2014
O RH e seus pecados
A tirinha acima representa bem o processo de recrutamento e seleção em Vitória-ES. Cansei de receber a mensagem "você não se encaixa...", isso quando recebia retorno, porque na maioria das vezes sequer tinha retorno das empresas.
Outra situação lamentável foi quando contratei o serviço de headhunter e ele sempre me avisava quando enviava meu currículo para alguma empresa (o serviço dele se restringia apenas a isso...). Em quatro meses ele enviou apenas 3 currículos! E, para uma das empresas que ele enviou, eu também enviei. Minha surpresa foi, no momento da entrevista nesta tal empresa, saber que a pessoa não tinha recebido e-mail algum do headhunter, apenas o meu. E, quando fui contratada por essa empresa, o headhunter ainda quis cobrar pelo serviço que ele tinha feito (?). Ainda hoje me pergunto se as empresas para as quais o headhunter disse que enviou meu currículo o receberam, de fato. Nunca tive retorno dessas empresas e muito menos do headhunter.
Esse é um pequeno cenário do mercado de RH em Vitória. Sem inovação, sem surpresas. Apenas encaixando pessoas nas formas que já existem. E não o contrário.
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