21 de jul. de 2014
Geração (des) preparada
Gosto muito deste artigo da Eliane Brum: Meu filho, você não merece nada. Ele foi publicado na Revista Época em 2011 e vira e volta releio, porque o texto continua válido para os dias de hoje. Vale a leitura, ou releitura!
18 de jul. de 2014
Por que sair da zona de conforto?
O cinegrafista Kamal Burri, em artigo publicado no Lifehack, motiva as pessoas que querem buscar aquilo que realmente amam, mas desistem por medo de saírem de suas zonas de conforto. Segundo ele, sete razões podem ajudar você a criar coragem de batalhar por seus objetivos e não viver mais com arrependimentos:
1 - O futuro não é óbvio.
O futuro não apresenta nenhuma segurança ou obviedade se você está em sua zona de conforto. Mudanças sempre irão acontecer na vida e, caso haja resistência a elas, você sempre irá sair perdendo. Como escreveu Charles Darwin em "A Origem das Espécies", a sobrevivência é do mais adaptados, não do mais forte.
2 - Mente vazia, oficina do diabo.
Viver dentro da zona de conforto pode dar a sensação de segurança no começo, mas em um determinado momento você vai começar a se odiar devida à inatividade. Ninguém quer viver uma vida chata. Viva sabendo que não tem nenhum arrependimento ou vergonha: nada pior do que odiar a si mesmo sabendo que pode fazer algo para mudar.
3 - A jornada vale a pena.
A jornada fora da caverna do conforto oferece desafios. Não vai ser fácil, mas pode valer a pena. Tudo que encontrar no caminho vai fazer você mais forte e capaz de lutar diante das incertezas da vida. No fim das contas, não é sempre sobre aonde se quer chegar: a jornada também é importante.
4 - Você pode achar o tesouro no fim do arco-íris.
O tesouro pode ser qualquer coisa que você imaginar. Suas paixões podem florescer, mudar, reaparecer. A história é cheia de heróis que desafiaram o conforto e acharam sua grande recompensa. Não se preocupe: viva pelo que acredita, não pelo que está enxergando à sua frente.
5 - Você irá crescer como pessoa.
A jornada para sair da zona de conforto dá a chance de crescer espiritualmente e mentalmente. Não espere que o mundo mude e leve você junto para a mudança. A vida é cheia de paradoxos: você só irá entendê-los se crescer e mudar junto da maré, ou então ficará perdido e será engolido pelo universo.
6 - Você irá descobrir o propósito da sua vida.
O nosso maior propósito não é definido pelo destino: tem que ser descoberto por você mesmo. Só é possível descobrir esse propósito saindo da zona de conforto, pois descobertas só acontecerão durante sua jornada. Os labirintos não irão sumir sozinhos, você precisa sair deles.
7 - Você conseguirá descansar.
Poder descansar nada mais é que alcançar um estágio em que você superou todos os testes em sua jornada. Medo e ganância são provações para poder respirar em paz, aliviado. Assim como no Nirvana, presente na religião budista, o estado mental verdadeiro e transcendental será a fonte enterna de felicidade que você passou a vida inteira procurando.
Fonte: Administradores.com
9 de jul. de 2014
Alemanha x Brasil: 171?
Alemanha x Brasil: 7 x 1.
Um jogo para nunca mais ser esquecido.
Um 7 x 1 que traz uma grande lição. E merece uma reflexão.
Um 7 x 1. Ou 171?
171 do Código Penal: Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento.
171 da Lei de Gerson, da vantagem chula, da ética porca, da corrupção em septicemia.
171 do Bolsa Família, que dá o peixe sem ensinar a pescar, que esmorece e invalida, estimula o parasita.
171 do “Tamo Junto” ou do “Eh Nóis”, que envergonha a língua, ofende a educação, promove o protagonismo fútil, a cultura paparazzi, os trejeitos vileiros e as hashtags passageiras.
171 de um projeto de país, que sequer teve seleção pronta para a Copa.
171 dos estádios superfaturados, dos aeroportos de camping , das obras de infraestrutura e dos PACs inacabados, todos apresentados para o mundo em fratura exposta e ao vivo, de forma definitiva e vergonhosa.
171 da alegria passageira, do Carnaval que tenta apagar a memória, do resultado do futebol que desvia a atenção do projeto de um país que não saiu do papel, cujo orçamento se esvai para o bolso de políticos inescrupulosos.
171 do imposto abusivo, pago pelas empresas e pelos brasileiros, que não tem estradas, nem escolas, nem hospitais e nem segurança.
171 do escape fácil, do querer secar a Argentina, da tentativa de ignorar o defunto que jaz no meio do campo ou da rua, em Brasília ou na esperança ingênua de um futuro melhor.
171 dos políticos que pseudo representam o povo, trabalhando somente em interesse de seus partidos, projetos pessoais, contas na Suíça ou esquemas milionários.
171 da Presidente, dos Senadores, dos Deputados, dos Governadores, dos Prefeitos, dos Vereadores.
171 da alegria passageira, do Carnaval que tenta apagar a memória, do resultado do futebol que desvia a atenção do projeto de um país que não saiu do papel, cujo orçamento se esvai para o bolso de políticos inescrupulosos.
171 do imposto abusivo, pago pelas empresas e pelos brasileiros, que não tem estradas, nem escolas, nem hospitais e nem segurança.
171 do escape fácil, do querer secar a Argentina, da tentativa de ignorar o defunto que jaz no meio do campo ou da rua, em Brasília ou na esperança ingênua de um futuro melhor.
171 dos políticos que pseudo representam o povo, trabalhando somente em interesse de seus partidos, projetos pessoais, contas na Suíça ou esquemas milionários.
171 da Presidente, dos Senadores, dos Deputados, dos Governadores, dos Prefeitos, dos Vereadores.
Alemanha x Brasil: um 7×1 para aprendermos.
Uma derrota que é do time de jogadores, do Felipão, dos brasileiros e de todo o Brasil.
Mas que traz lições inquestionáveis, para uma nação, para uma empresa, para uma equipe ou para uma carreira profissional. Desde o básico do “Planejar”, passando pelo “Desenvolver planos de contingência”, até o “Treinar, ensaiar e se preparar de forma exaustiva”. Não esquecendo do “Fazer da forma correta, ética”, ou do “Ter foco”, ou do “Não se deixar levar pelo momento”. E também o “Fortalecer o coletivo”, o “Respeitar os concorrentes” ou o “Saber reagir de forma rápida e cirúrgica”.
Mas, mais, muito mais do que isso, uma derrota que estapeia na cara de todos nós: precisamos estudar e trabalhar muito para sermos dignos do sucesso, da vitória, do merecimento. De novo, isso vale para uma carreira, um projeto profissional, a organização de uma Copa do Mundo ou a construção de um país.
E com um detalhe central: não existe espaço para highlanders, Sassás Mutema ou Salvadores da Pátria. Não é um Neymar, um Lula, uma Dilma ou um Felipão que podem salvar o país. Quem pode salvar o Brasil somos nós, brasileiros.
Para isso, precisamos estudar, trabalhar, produzir e saber votar.
Basta de 171. O jogo está apenas começando.
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Texto de André Caldeira. Criador e diretor geral da PROPOSITO, empresa de executive search, consultoria e equilíbrio entre trabalho e stress. Consultor, autor e palestrante sobre carreiras e stress.
Fonte: Revista Exame.com
3 de jul. de 2014
2 de jul. de 2014
1 de jul. de 2014
Cultura organizacional
De acordo com Robert E. Quinn e Kim S. Cameron, professores da University of Michigan, há quatro tipos de cultura organizacional. Descubra qual é a cultura da sua empresa, segundo esses autores: Qual é a cultura da sua empresa?
Fonte: Revista HSM Management, edição 105.
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